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Especialidades Engenharia

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Tipo: Concreto · 9m
2 cabos conectados
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MEMORIAL DESCRITIVO
PROJETO: | LOCAL: | TIPOLOGIA: AÉREO
1. OBJETIVO

O presente Memorial Descritivo tem por objetivo descrever os procedimentos técnicos necessários para a implantação de redes de comunicação de dados em fibra óptica nos postes da COELBA — Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia, em conformidade com as normas técnicas vigentes, atendendo ao projeto da na cidade de .

2. DEFINIÇÕES

2.1 : Empresa de telecomunicações proponente, responsável pela contratação, execução e manutenção da rede óptica objeto deste memorial, conforme regulamentação da ANATEL.

2.2 COELBA: Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia — concessionária proprietária dos postes compartilhados para implantação da rede óptica descrita neste documento.

2.3 Câmara de Arbitragem: Instância extrajudicial responsável pela resolução de conflitos referentes ao compartilhamento de infraestrutura entre a e a COELBA.

2.4 Procedimento de Medição: Conjunto de métodos e parâmetros utilizados para a verificação e validação das características técnicas da rede óptica após sua implantação, incluindo atenuação óptica e inspeções físicas.

3. QUADRO RESUMO DO PROJETO
PARÂMETRO VALOR
Operadora / Proponente
Número da OS
Município / Local
Tipologia da Rede AÉREO (Emposteamento COELBA)
Extensão Total do Projeto (km)
Total de Postes Ocupados
Empresa Parceira / Projetista
Engenheiro Responsável
CREA / ART
MEMORIAL DESCRITIVO — OS:
Seção 4 — Método Construtivo
4. MÉTODO CONSTRUTIVO
4.1 Infraestrutura

A implantação da rede óptica será executada em postes de concreto e/ou aço da COELBA, em conformidade com as exigências técnicas da concessionária e com as normas da ABNT, ANATEL e demais órgãos reguladores. Os serviços compreenderão: lançamento do cabo óptico, fixação nos postes, instalação de emendas e reservas de cabos, além dos equipamentos e acessórios necessários à operação da rede.

4.1.1 Distâncias de Segurança em Relação às Redes Elétricas

As distâncias mínimas de segurança entre o cabo óptico e os condutores elétricos deverão respeitar a tabela abaixo, conforme normas COELBA/ABNT NBR 5422:

NÍVEL DE TENSÃO DISTÂNCIA MÍNIMA VERTICAL (m) DISTÂNCIA MÍNIMA HORIZONTAL (m)
Até 1 kV0,500,50
1 kV a 15 kV1,201,20
15 kV a 34,5 kV1,501,50
34,5 kV a 69 kV2,002,00
69 kV a 138 kV2,502,50
138 kV a 230 kV3,003,00
4.1.2 Distâncias Mínimas do Solo

As alturas mínimas de instalação do cabo óptico em relação ao solo deverão obedecer aos seguintes critérios:

LOCAL ALTURA MÍNIMA (m)
Via pública com tráfego de veículos pesados6,50
Via pública com tráfego normal6,00
Pátio com acesso de veículos5,50
Área exclusiva de pedestres4,50
Área restrita (não acessível ao público)3,50
4.1.3 Travessias

Para travessias de vias públicas, a distância mínima entre o ponto mais baixo do cabo e a superfície da via deverá ser calculada pela fórmula:

D = 1,8 + 0,01 × (DU − 35)

Onde: D = distância mínima ao solo (m); DU = distância útil do vão (m).

MEMORIAL DESCRITIVO — OS:
Seção 4 — Método Construtivo (cont.)
Figura 8 — Travessia de via pública
Figura 8 — Distâncias de segurança em travessias de vias públicas
4.1.4 Fixação nas Cruzetas e Braços

A fixação do cabo óptico nos postes deverá ser realizada por meio de braços de saída, clipes ou presilhas de materiais não condutores (polietileno de alta densidade ou similar), garantindo a estabilidade mecânica do cabo. O ponto de fixação deve ser posicionado de forma a garantir as distâncias mínimas de segurança em relação às redes de baixa e média tensão. A altura de instalação do cabo nos postes deverá respeitar a hierarquia de ocupação definida pela COELBA, sempre abaixo das redes de energia elétrica.

Em postes onde já existam outros cabos de telecomunicações, o novo cabo deverá ser instalado respeitando o espaçamento mínimo de 0,10m entre cabos e mantendo a organização visual do poste, evitando cruzamentos e emaranhamentos.

4.2 Cabo Óptico

O cabo óptico a ser utilizado neste projeto é do tipo ADSS (All Dielectric Self Supporting), autodependente e totalmente dielétrico, não requerendo fio de aço para sustentação. As características técnicas mínimas exigidas são as descritas nos subitens a seguir.

CARACTERÍSTICA ESPECIFICAÇÃO
Tipo de fibraMonomodo G.652.D (ITU-T)
Quantidade de fibrasConforme projeto (mínimo 12 FO)
Estrutura do caboTubos frouros helicoidais com gel
Cobertura externaPolietileno de Alta Densidade (PEAD)
Resistência à tração máxima≥ 2700 N
Carga de ruptura≥ 9000 N
Temperatura de operação−20°C a +70°C
MEMORIAL DESCRITIVO — OS:
Seção 4 — Cabo Óptico (cont.)
4.2.1 Distâncias de Ocupação nos Postes

As distâncias de posicionamento do cabo de telecomunicações nos postes da COELBA deverão respeitar os seguintes espaçamentos mínimos:

REFERÊNCIA DISTÂNCIA MÍNIMA (m)
Abaixo da rede de BT (4 condutores)0,60
Abaixo da rede de MT (distribuição primária)1,20
Abaixo de transformadores0,80
Abaixo do cabo para-raios0,30
Entre cabos de telecomunicações (lateral)0,10
Acima do solo — via pública6,00
a) Características das Fibras Ópticas (ITU-T G.652.D)
PARÂMETROS ÓPTICOS DA FIBRA
Atenuação em 1310 nm≤ 0,35 dB/km
Atenuação em 1550 nm≤ 0,20 dB/km
Diâmetro do campo modal (1310 nm)9,2 ± 0,4 μm
Comprimento de onda de corte≤ 1260 nm
Diâmetro da casca125,0 ± 0,7 μm
Abertura numérica0,13 ± 0,015
b) Marcação do Cabo

O cabo deverá ser identificado externamente com marcação gravada a cada metro, contendo: nome do fabricante, tipo do produto, quantidade de fibras, ano de fabricação e comprimento acumulado. A identificação também deverá incluir a identificação da nos conectores e pontos de emenda.

4.2.2 Armazenamento e Manuseio do Cabo

Os cabos ópticos deverão ser armazenados em local coberto, seco e arejado, evitando-se a exposição prolongada à luz solar direta. O raio de curvatura mínimo durante o manuseio não deverá ser inferior a 20 vezes o diâmetro externo do cabo. As bobinas devem ser transportadas sempre em posição vertical (nunca deitadas), sendo vedado o empilhamento.

4.2.3 Identificação dos Tubos e Fibras

A identificação dos tubos frouros e das fibras ópticas deverá obedecer ao código de cores padronizado pela norma ABNT NBR 14478, garantindo a rastreabilidade de cada fibra ao longo de toda a rota do projeto.

MEMORIAL DESCRITIVO — OS:
Seção 4 — Especificações do Cabo (cont.)
4.2.4 Proteção Mecânica

O cabo óptico do tipo ADSS possui proteção mecânica intrínseca à sua construção, sendo composto por aramidas de alta resistência distribuídas ao longo do manto externo de PEAD. Não são necessários proteções adicionais de aço ou armação metálica, garantindo o total isolamento elétrico do cabo em relação às redes de distribuição de energia.

4.2.5 Documentação e Rastreabilidade

Deverão ser fornecidos ao final da obra os seguintes documentos de rastreabilidade do cabo instalado: laudo de fábrica (fiber proof test), boletins de medição OTDR por fibra e trecho, relatório fotográfico das instalações e as planilhas de lançamento com numeração dos postes e metragem por vão.

4.3 Plaqueta de Identificação

Em todos os postes ocupados pelo cabo óptico da deverá ser afixada uma plaqueta de identificação com as seguintes informações mínimas:

A plaqueta deverá ser confeccionada em material resistente às intempéries (poliamida, policarbonato ou alumínio anodizado), com dimensões mínimas de 70mm × 50mm, fixada abaixo do ponto de ancoragem do cabo.

4.4 Cordoalha

Nos trechos onde for identificada a necessidade de uso de cordoalha de aço (messenger wire) como suporte adicional para o cabo óptico, deverão ser seguidas as especificações técnicas descritas nos subitens a seguir.

4.4.1 Material e Bitola

A cordoalha de aço galvanizado utilizada como suporte deverá possuir diâmetro mínimo de 3/8" (9,5mm), construção 1×7 fios ou similar, com resistência à ruptura mínima de 35 kN, atendendo à norma NBR 6327.

4.4.2 Tensionamento

O tensionamento da cordoalha será calculado levando em consideração o vão entre os pontos de ancoragem, a carga distribuída (peso do cabo por unidade de comprimento) e a flecha máxima admissível, de forma que a flecha não ultrapasse 1/60 do vão, respeitando as distâncias mínimas ao solo.

4.4.3 Ancoragem e Passagem

Nos pontos de ancoragem, deverão ser utilizados grampos de aço inoxidável adequados ao diâmetro da cordoalha. Nas passagens (postes intermediários), a cordoalha deverá ser fixada por meio de presilhas de passagem, garantindo a continuidade e a regularidade da flecha ao longo de toda a rota.

MEMORIAL DESCRITIVO — OS:
Seção 4 — Cordoalha (cont.)
Figura 5 — Fixação e ancoragem do cabo ADSS
Figura 5 — Detalhe de fixação e ancoragem do cabo ADSS nos postes

Os itens a seguir complementam os requisitos de ancoragem e passagem da cordoalha e do cabo óptico ADSS:

a) As ancoragens de retenção nos extremos de seção ou em pontos angulares deverão ser executadas com grampos de ancoragem específicos para o cabo ADSS, sem a utilização de fio espiral que possa danificar o revestimento externo;

b) Nas passagens intermediárias (postes de alinhamento), deverão ser utilizados clipes de suspensão adequados ao cabo, fixados diretamente no braço ou cruzeta do poste;

c) Em curvas horizontais superiores a 10°, deverá ser instalado um grampo de retenção lateral para evitar a migração transversal do cabo;

d) Os terminais de ancoragem deverão estar a no mínimo 0,50m do topo do poste;

e) Todos os acessórios metálicos de fixação deverão ser confeccionados em aço inoxidável AISI 304 ou superior, ou em material equivalente certificado para uso em ambientes externos;

f) O raio de curvatura do cabo nos pontos de ancoragem não poderá ser inferior a 20× o diâmetro externo do cabo.

4.4.4 Proteção contra Vibração

Em vãos superiores a 60m ou em regiões de ventos frequentes, deverão ser instalados amortecedores de vibração do tipo Stockbridge ou equivalente, na proporção de um amortecedor por extremidade de vão, a uma distância de 0,5m a 1,0m do ponto de fixação.

4.4.5 Aterramento da Cordoalha

A cordoalha de aço deverá ser aterrada em todos os postes de ancoragem e nas extremidades de cada seção de cabo, por meio de conexão ao sistema de aterramento do poste da COELBA ou à terra local, utilizando cabo de cobre nu de bitola mínima 25mm², atendendo às exigências de segurança elétrica.

MEMORIAL DESCRITIVO — OS:
Seção 4 — Detalhes Construtivos
Figura 6 — Amortecedor de vibração
Figura 6 — Amortecedor de vibração tipo Stockbridge instalado no cabo
4.4.6 Raio de Curvatura

Durante todo o processo de lançamento, armazenamento e instalação do cabo, o raio de curvatura deverá ser respeitado conforme os valores do fabricante. Para cabos ADSS, o raio mínimo de curvatura em regime permanente é de 20× o diâmetro externo e, durante o lançamento, é de 40× o diâmetro externo. O descumprimento destas restrições pode causar danos permanentes às fibras ópticas.

Figura 7 — Raio de curvatura mínimo
Figura 7 — Detalhamento do raio de curvatura mínimo do cabo óptico
4.5 Emendas Ópticas
4.5.1 Caixas de Emenda

As emendas serão realizadas em caixas de emenda óptica do tipo aérea (CEO), com proteção IP67 ou superior, capazes de acomodar a reserva de cabo óptico necessária para execução e refazimento das emendas. A caixa deverá ser instalada no poste de maneira a facilitar o acesso para manutenção.

MEMORIAL DESCRITIVO — OS:
Seção 4 — Emendas e Figuras
4.5.2 Procedimento de Emenda

As emendas ópticas deverão ser executadas pelo processo de fusão por arco elétrico, utilizando equipamento fusionador automático com atenuação máxima de 0,1 dB por emenda. Após a execução de cada emenda, deverá ser realizada a proteção mecânica com manga termo-retrátil e a confirmação da atenuação por meio de medição OTDR nos dois sentidos da fibra.

Toda emenda realizada deverá ser devidamente documentada em planilha de emenda, contendo: número do poste, identificação da fibra (tubo/fibra), data da execução, valor de atenuação medido e nome do técnico responsável.

Figura 1
Figura 1 — CEO aérea
Figura 2
Figura 2 — Detalhe interno CEO
Figura 3
Figura 3 — Manga de proteção
4.5.3 Reserva de Cabo

Em cada ponto de emenda deverá ser deixada reserva de cabo óptico de no mínimo 10 metros de cada lado, armazenada em suporte de reserva instalado no poste. A reserva deverá ser acondicionada em loops com raio mínimo de 200mm (20×D para cabo típico de 10mm), protegida contra UV e intempéries.

4.5.4 Identificação das Caixas de Emenda

Cada CEO deverá ser identificada externamente com etiqueta ou plaqueta gravada contendo: número sequencial da emenda, número do poste COELBA, trecho (rota de origem e destino) e nome da operadora ().

MEMORIAL DESCRITIVO — OS:
Seção 4 — Loop Óptico e CTO
Figura 4 — Loop óptico
Figura 4 — Reserva de cabo em loop
4.5.5 Diagrama de Emenda
Diagrama de Emenda
Diagrama de emenda óptica (tubos/fibras)
4.6 Lançamento do Cabo
4.6.1 Equipamentos e Ferramentas
Figuras — Equipamentos de lançamento
Equipamentos utilizados no lançamento do cabo óptico aéreo
4.6.2 Método de Lançamento

O lançamento do cabo óptico ADSS será realizado por tracionamento controlado, com uso de carro lançador motorizado ou manual, dependendo das condições do terreno. A tensão máxima de tração durante o lançamento não deverá ultrapassar 60% da carga máxima de tração especificada pelo fabricante.

MEMORIAL DESCRITIVO — OS:
Seção 4 — CTO e Aterramento
4.7 Caixa Terminal Óptica (CTO)

A Caixa Terminal Óptica (CTO) é o equipamento instalado nos postes para distribuição das fibras ópticas aos clientes finais (usuários da rede FTTH). As CTOs utilizadas deverão atender às especificações abaixo:

ESPECIFICAÇÕES DA CTO AÉREA
Capacidade1:8, 1:16 ou 1:32 (conforme projeto)
Tipo de divisor ópticoSplitter PLC balanceado
Grau de proteçãoIP65 ou superior
Tipo de conectoresSC/APC ou SC/UPC
Material do gabinetePolipropileno + fibra de vidro (retardante a chamas)
Faixa de temperatura−20°C a +60°C
CTO — Figura 1
Fig. 1 — CTO aérea instalada
CTO — Figura 2
Fig. 2 — Detalhe interno CTO
4.8 Aterramento
4.8.1 Aterramento do Cabo e Acessórios

O aterramento de todos os elementos metálicos associados à instalação do cabo óptico (cordoalha, grampos, braços) deverá ser realizado conforme as exigências da COELBA e norma ABNT NBR 5419:

MEMORIAL DESCRITIVO — OS:
Seções 4.9, 5 e 6
4.9 Proteção Solar e Contra Intempéries

Todos os equipamentos instalados externamente (CTOs, CEOs, braços, conectores) deverão ser protegidos contra radiação UV e intempéries por meio de materiais com aditivos anti-UV em sua composição ou por capas protetoras específicas. A vida útil mínima esperada para os materiais externos é de 20 anos nas condições climáticas da Bahia.

Figura 9 — Proteção dos equipamentos
Figura 9 — Proteção contra intempéries e UV em equipamentos externos
5. ENCAMINHAMENTO DO PROJETO
5.1 Documentação Técnica Entregue

A , por intermédio de sua empresa parceira projetista , apresenta os seguintes documentos técnicos:

6. SEGURANÇA DO TRABALHO

Todos os serviços de instalação da rede óptica deverão ser executados em conformidade com as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho, em especial:

MEMORIAL DESCRITIVO — OS:
Seções 6, 7 e 8
6.1 Ferramentas e Equipamentos Obrigatórios

As equipes em campo deverão utilizar obrigatoriamente:

7. SINALIZAÇÃO DA OBRA

Durante a execução dos serviços em vias públicas, a sinalização de obra deverá atender ao Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito do CONTRAN e às normas municipais aplicáveis, incluindo:

8. CONTATOS

Informações de contato das empresas envolvidas no projeto:

8.1 Empresa Parceira / Projetista
Razão Social
CNPJ
Representante Legal
Telefone
E-mail
Engenheiro Responsável
CREA
Endereço
MEMORIAL DESCRITIVO — OS:
Seção 8.2 — Operadora / Assinatura
8.2 Operadora / Proponente
Razão Social
CNPJ
Representante Legal
E-mail
Endereço
Observação

A compromete-se a executar os serviços de implantação da rede óptica em estrita conformidade com as normas técnicas vigentes, com o presente Memorial Descritivo e com as exigências específicas da COELBA. Quaisquer alterações de projeto que se fizerem necessárias durante a execução deverão ser previamente aprovadas pela COELBA e documentadas como revisão do projeto.

Os Anexos I a V, integrantes deste Memorial Descritivo, contêm os desenhos técnicos detalhados (plantas, cortes e detalhamentos) necessários à compreensão completa do projeto.

,
Operadora Proponente
ANEXOS: Os Anexos I a V (páginas seguintes) apresentam as peças gráficas do projeto.
ANEXO I
Planta de Situação / Diagrama Unifilar
ANEXO I — Planta de Situação Diagrama unifilar e planta de localização do projeto
ANEXO II
Detalhe de Instalação — Postes e Cabo ADSS
ANEXO II — Detalhe de Instalação Detalhamento construtivo dos postes e instalação do cabo ADSS
ANEXO III
Detalhe de CEO e CTO
ANEXO III — Detalhe CEO / CTO Caixas de emenda óptica aérea e caixas terminais ópticas
ANEXO IV
Detalhe de Aterramento
ANEXO IV — Detalhe de Aterramento Sistema de aterramento dos elementos metálicos e cordoalha
ANEXO V
Planta de Projeto com Numeração de Postes
ANEXO V — Planta do Projeto Planta com a sequência numérica de postes e rota do cabo

Acesso Administrativo